A Tecnologia pode nos Levar à Imortalidade?

No último século, a medicina evoluiu de uma maneira incrível

Desde os primeiros avanços como o raio-x em 1895 — passando pela descoberta do antibiótico em 1928 e pelo primeiro transplante em 1933 — até o anúncio do sequenciamento do genoma humano, em 1999, a expectativa de vida global subiu para 71 anos — chegando a 84 anos em alguns países.

Mas até agora, toda interação médico-paciente era limitada a consultórios e hospitais. Com as novas tecnologias, as pessoas terão cada vez mais controle sobre seu estado de saúde por meio do mapeamento, em tempo real, de seus principais indicadores.

Se antes a evolução no diagnóstico vinha, por exemplo, de novos equipamentos de tomografia e ressonância magnética, agora ela surge com Inteligência Artificial, Big Data, IoT, Neurohacking, Prototipação 3D, Nanotecnologia, Design Thinking, Deep Learning, Cloud Computing, entre outras.

Enquanto engenheiros da Apple criaram uma nova versão do Apple Watch capaz de realizar eletrocardiograma e alertar usuários sobre irregularidades cardíacas, pesquisadores cultivam milhares de microcérebros humanos em busca da cura para Autismo, Alzheimer e outras doenças.

Veremos, em breve, bilhões de pessoas conectadas através de dispositivos móveis, gerando uma quantidade absurda de dados sobre saúde, permitindo que as máquinas façam diagnósticos cada vez mais precisos, em qualquer parte do planeta, numa fração de segundo.

O tratamento das doenças exige conhecimentos específicos de profissionais da saúde, mas quando olhamos para prevenção e diagnóstico, enxergamos uma quantidade gigantesca de empreendedores e pesquisadores criando negócios capazes de revolucionar essas duas primeiras fases.

Esse processo transformador, liderado principalmente pelas startups chamadas de Healthtechs, vai nos levar para uma outra era. Uma startup israelense chamada AEBI anunciou que descobriu a cura para o câncer e que em 1 ano o tratamento estará disponível. A startup brasileira Epistemic criou um sensor que avisa, com 25 minutos de antecedência, quando uma pessoa que sofre de epilepsia sofrerá uma convulsão. A empresa americana GTX rastreia em tempo real a localização de pessoas com Alzheimer, para que não se percam.

Esse é um mundo novo incrível, que se desenvolverá ainda mais rápido e nos permitirá, quem sabe, viver até os 120, 130, 150 anos.

Fonte: https://www.startse.com/